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Primeiras impressões do LG G6: uma tela e tanto!

A LG veio para a feira mundial de Barcelona com um objetivo claro em mente: desfazer o vexame do LG G5, o celular com design modular que arruinou as vendas da fabricante no ano passado. Dessa vez ela fez o dever de casa: o LG G6 tem uma tela e tanto! A tecnologia batizada de Full Vision gera imagens vibrantes e que tiram proveito da resolução no mínimo diferenciada desse novo telefone.

LG G6 tem telona de 5,7 polegadas que cabe 'na mão e no bolso'; veja specs

Smartphones com tela widescreen normalmente apresentam a proporção de 16:9. Já a LG adotou de forma pioneira o 18:9, o que significa que, naquela tradicional posição em que o telefone fica deitado para exibir vídeos, a imagem fica mais alongada para a esquerda e direita.

Em conversa com o TechTudo, a diretora Barbara Toscano explicou que os consumidores não veem tanto valor nos módulos como de câmera, que estava presente no LG G5 (e no Moto Z, diga-se de passagem). Os sul-coreanos concluíram que os clientes querem saber da experiência no próprio smartphone, sem depender de acessórios, e a tela é o principal ponto de contato do usuário com o telefone celular.

Com resolução Quad HD+ (2880 x 1440 pixels), o LG G6 não faz feio. Ele conta com uma tecnologia da Dolby que torna fotos e vídeos mais vivos. Também tem cantos arredondados (no próprio display), um efeito que existe desde os tempos do Palm Pre, em 2009. Dessa vez, porém, a tela realmente é "recortada" de forma redonda; não se trata mais de uma brincadeira de design com pixels pretos dando o efeito de arredondado.

O efeito estético é imediato: ter aquela tela super wide deve atrair interessados nas lojas espalhadas pelo país. Porém, fica uma dúvida: há conteúdo disponível no formato 18:9 que justifique a compra?

Ao que tudo indica, não é possível assistir séries da Netflix em resolução nativa. O próprio LG G6 se encarregar de dar um zoom no conteúdo para fazê-lo ir de uma ponta à outra da tela do G6, o que traz como consequência uma perda no que normalmente apareceria mais em cima e mais embaixo. O efeito é o inverso ao das tarjas pretas em TVs mais antigas, com proporção 4:3.

O conjunto de câmera dupla está mais esperto, com uma teleobjetiva (13 MP) e uma grande angular de 120º (13). A LG já havia feito um bom trabalho neste quesito quando anunciou o G5, no ano passado, então espere desempenho igual ou superior. Já a câmera frontal é uma grande angular de 125º (5 MP). Amantes de selfies podem agradecer, pois o benefício desta característica está nas fotos em que mais pessoas ou uma parcela maior da imagem aparecem nos posts que fatalmente chegarão ao Facebook e Instagram.

Por ser modular, o LG G5 não era resistente à água. Por sua vez, o G6 tem certificação IP68, o que lhe permite ficar em líquidos por até 30 minutos, a uma profundidade de um 1,5 metro. Não é recomendável mergulhar com o telefone - com nenhum deles, por sinal –, mas os consumidores que adquirirem este modelos devem estar a salvo de acidentes molhados.

O LG G6 é um smartphone premium, que chegará ao Brasil por um preço mais elevado. Quando? Ainda não se sabe. Toscano confidenciou que as conversas para levá-lo ao país já começaram. Vai depender do interesse das operadoras de telefonia, que costumam oferecer os modelos top de linha com desconto nos planos pós-pagos.

Uma coisa é certa: desta vez não haverá um modelo de segunda linha, com especificações mais fracas, como aconteceu com o LG G5 SE. O LG G6 será vendido no mundo inteiro com o mesmo processador: o poderoso Snapdragon 821, um quad-core de 2,35 GHz fabricado pela Qualcomm. O sistema nativo é o Android 7.0 Nougat.

A reportagem viajou para a MWC 2017, em Barcelona, a convite da TCL Communications.

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Fonte: Techtudo

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