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sexta-feira, 18 de agosto de 2017
14/04/2017

Paraíba apresenta crescimento de 1,5% no setor de serviços, aponta IBGE

Apenas onze das 27 unidades da federação registraram resultado positivo. Paraíba apresentou o quinto maior crescimento do país?

O setor de serviços da Paraíba registrou crescimento de 1,5% na comparação de fevereiro ante janeiro, apontando também sinais de retomada, mesmo o país vivendo ainda no cenário recessivo. O dado foi divulgado nessa quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o estado apresentou o quinto maior crescimento do país.

Apenas onze das 27 unidades da federação, segundo o IBGE, registraram resultado positivo no volume de vendas de fevereiro sobre janeiro no setor de serviços. As maiores taxas de crescimento entre janeiro e fevereiro foram observadas em Rondônia (9,1%), Mato Grosso (8,5%), Acre (2,5%), Mato Grosso e a Paraíba (1,5%). Já as maiores quedas ocorreram no Ceará (9,8%), Espírito Santo (5,3%) e Pernambuco (5,2%). O indicador no país foi de 0,7%.

Segundo a pesquisa do IBGE, o segmento de serviços prestados às famílias se destacou em fevereiro (0,6%) na comparação com janeiro. Os transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio tiveram crescimento de 0,5% e serviços profissionais, administrativos e complementares de 0,2%. As quedas ficaram com os segmentos de serviços de informação e comunicação (1,5%) e outros serviços (0,5%). O IBGE destacou que o agregado especial das atividades turísticas anotou crescimento de 0,2% na comparação com janeiro.

Para o técnico da coordenação das Estatísticas dos Serviços e Comércio do IBGE, Roberto Saldanha, o setor de serviços vem apresentando crescimento real nos últimos quatro meses. “Se acompanharmos desde novembro do ano passado, os gráficos vêm apresentando uma tendência de alta no país. Se continuar o crescimento da indústria, o setor de serviços vai seguir esta tendência”, analisou.

Contudo, segundo Saldanha, o nível da taxa de desemprego vai balizar nos próximos meses a retomada do setor de serviços. “Acho que uma taxa de desemprego indesejável, em um patamar mais elevado, prejudica a retomada do consumo por parte das famílias, então uma taxa de crescimento maior com um maior nível de renda das famílias, tudo isso aquece o consumo tanto do comércio como dos serviços prestados às famílias”, finalizou.

A taxa de emprego da Paraíba continua abaixo do país. A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a taxa média de desocupados no período de outubro a dezembro do ano passado na Paraíba havia caído de 12,8% para 11,9%, do terceiro para quarto trimestre, a maior queda entre os nove estados do Nordeste. O índice de desocupados da Paraíba continua sendo o segundo menor da Região, ficando acima apenas do Piauí (8,8%), mas é bem inferior ao da média do Nordeste (14,4%) e também à do Brasil (12%).

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Fonte: Clickpb/Assessoria

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