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31/10/2017

Grupo preso por comandar ataques a bancos agia na PB e em outros três estados

Investigações duraram oito meses ocorreram por meio de trabalho conjunto das polícias Civil, Militar e Federal

O grupo desarticulado na Operação Carbono, nesta terça-feira (31), agia não só na Paraíba, mas também em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará, onde comandava ataques a bancos. Onze pessoas envolvidas nos crimes foram identificadas, sendo que nove delas foram presas nesta terça e outras duas já cumprem pena no regime penitenciário.

As investigações duraram oito meses ocorreram por meio de trabalho conjunto das polícias Civil, Militar e Federal, que colocaram um efetivo total de 130 policiais mais o helicóptero Acauã. A operação ocorreu nas cidades de Campina Grande, Esperança, Alagoa Nova, Remígio e Cajazeiras.

O delegado de roubos e furtos, Cristiano Santana, garantiu que o objetivo da operação foi alcançado, mesmo sem informar qual seria este objetivo. Ele explicou que não poderia repassar as informações para resguardar as investigações que continuam em andamento. Trinta mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos.

“Era crucial o cumprimento neste momento. O objetivo principal foi atingido, foi cumprido a contento. Futuramente haverá apreensões que é esse o nosso objetivo”, acrescentou o delegado. Entre as informações resguardadas pela polícia estão em quais ações criminosas os presos estão envolvidos e como chegou a identidade do homem apontado como chefe da gangue.

Ele disse que a quadrilha tem alguns com parentesco com pessoas fora do estado e um vínculo muito forte com pessoas do Rio Grande do Norte e de Pernambuco, criando uma compartimentação das ações criminosas. O comandante detalhou como os envolvidos agiam.

“Uma parte tinha a responsabilidade de roubar o carro, outra parte tinha a responsabilidade de guardar o carro, outra de levar até o local. Tinha as suas células e nós conseguimos afetar uma célula importante dele”, falou.

Segundo o delegado chefe da Polícia Federal em Campina Grande, Felipe Costa, não há como saber em quantas ações eles atuaram, nem mesmo durante os oito meses de investigação. “É complicado mensurar este tipo de informação, porque este tipo de quadrilha atua em vários tipos de crimes, contra vários tipos de instituição financeira. Alguns membros desta quadrilha atuam com essa quadrilha e com outras quadrilhas também”.

Foram apreendidos dinheiro com cédulas em numeração sequencial (em quantia não revelada) armas, munições, roupas camufladas e carros com placas adulteradas, entre eles um Honda Civic, um Eco Sport e um Golf. A operação deverá ter uma segunda e até uma terceira fase posteriormente. Todo o material apreendido foi levado para realização de perícias técnicas na Polícia Federal.

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Fonte: Portalcorreio

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