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11/11/2017

Família reconhece corpo no Gemol e suposto morto aparece vivo em velório

Um homem considerado morto reaparece em Condado. Tudo começou quando um corpo foi encontrado no lixão da cidade e a família de Geraldo Luiz dos Santos, Geraldinho, o identificou como sendo o dele.

Após a realização da perícia, o corpo foi encaminhado para o GEMOL de Patos e para surpresa de todos, Geraldinho apareceu em casa vivo.

O delegado Demetrius Patrício, explicou ao repórter Airton Alves, que no dia 08 de novembro do corrente ano, a delegacia foi acionada por populares dizendo que um cadáver foi encontrado no lixão de Condado.

“Quando chegamos lá, familiares já estavam no local e em tese, já reconheceram o cadáver como sendo da pessoa de Geraldo Luiz dos Santos. Requisitamos o exame pericial no local de suspeita e também acionamos o rabecão para levar o corpo para o IPC”, disse.

De acordo ainda com o delegado, no exame, os peritos não evidenciaram nenhuma lesão aparente e inicialmente foi levantada a hipótese de morte natural. Os familiares relataram que ele sofreia de epilepsia e era catador de lixo, uma vez que entende-se que não haveria complicação com relação ao local do encontro do cadáver.

Porém, após o corpo ser encaminhado ao IML e realizada a perícia, foram constatados a entrada de duas lesões na cabeça provocada por arma de fogo. O local e a falta de iluminação camuflaram as lesões bem como ‘cogumelo de espuma na boca’, como disse o delegado.

O curioso dessa história sobre essa morte foi que a família estava em casa aguardando o cadáver para ser velado, quando o homem aparece em casa, vivo!

“OS familiares já em casa aguardando o resultado da pericia quando o ‘morto vivo’ aparece às 09 horas da noite em casa. Aquele susto inicial com os parentes porque até então ele era dado como morto e imediatamente eles compareceram aqui na delegacia relatando o equívoco apresentando o morto vivo aqui e também solicitando a documentação dele”, explicou sobre o susto.

O IPC foi comunicado e os verdadeiros familiares do morto chegaram e reconheceram Repri Monteiro Dantas, 39 anos, natural de Campina Grande.

O caso sobre esse crime será repassado ao delegado Edson pedrosa, responsável pela delegacia de Condado.

Os familiares de Geraldo Luiz disseram na delegacia que entendeu que se trataria dele devido à semelhança na estatura, cor de pele e por ele ser catador e o corpo ser encontrado no lixão.

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Fonte: Patosonline

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