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terça-feira, 20 de novembro de 2018
CIDADE - 06/11/2018

Ex-mulher de Sebastião Neto, empresário patoense conhecido pelo "Rei do Lixo" vai a Júri hoje

A esposa acusada de mandar matar o empresário, do ramo de reciclagem, Sebastião Cirilo da Rocha Neto, conhecido como o “Rei do Lixo” está sendo a julgada nesta terça-feira (6) junto com mais dois suspeitos de envolvimento no crime: Renato Oliveira de Sousa, funcionário da vítima e acusado de ser amante de Adiene, e Walter de Oliveira Dias, que é primo de Renato. O julgamentocomeçou às 8h no Fórum de Cruz do Espírito Santo.

De acordo com informações de um dos irmãos da vítima, que se encontra na cidade, por enquanto foram ouvidos os dois suspeitos de cometerem o crime e algumas testemunhas. Ele acredita que o julgamento poderá perdurar pela noite e até memso a madrugada.

O empresário tinha 47 anos na época em que foi morto com três tiros. Ele é natural de Patos, mas o crime aconteceu no lixão da cidade de Cruz do Espírito Santo, na Zona da Mata paraibana, aonde ele residia há muitos anos.

ACUSADO DE MATAR ‘REI DO LIXO’ TINHA VIDA DE LUXO EM MACAPÁ

Segundo o promotor de Justiça do Fórum Desembargador Joaquim Sergio, Jeaziel Carneiro dos Santos, Adiene Afra Tavares Rocha é acusada de ser a mentora do assassinato de Sebastião Cerilo da Rocha Neto. O caso aconteceu em outubro de 2011, quando, segundo as denúncias, ela teria encomendado a morte do esposo com a pretensão de receber o seguro de vida da vítima, no valor de R$ 1,5 milhão.

Segundo o advogado da família da vítima, Rômulo Palitot, Adiene Afra Tavares Rocha foi qualificada no processo por homicídio qualificado com impossibilidade de defesa. “Ela pode pegar pena de 12 a 30 anos, é considerado um crime hediondo”, comentou o criminalista.

Segundo relato do funcionário à polícia, quando eles chegaram ao local do lixão trazendo materiais de reciclagem dentro de uma caçamba, havia um rapaz que supostamente estava catando lixo e que ele teria atirado contra o empresário. Conforme o ajudante, o suspeito agiu no momento em que ele estava em cima do caminhão despejando os materiais recicláveis. O homem disse que correu ao ouvir os disparos e se escondeu em um matagal nas proximidades.

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Com PB Hoje

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