04/04/2020
Coronavírus: A pandemia faz vítimas, destrói a economia e ainda afasta as pessoas mais queridas Coronavírus: A pandemia faz vítimas, destrói a economia e ainda afasta as pessoas mais queridas
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Ultimamente o que se escuta falar em toda a parte do mundo através da imprensa, pela própria população e em Redes Sociais são expressões como: Pandemia, Coronavírus, Covid-19 por causa da enfermidade contagiosa amplamente disseminada no mundo inteiro.

Porém, a doença vem de forma assustadora preocupando autoridades e a sociedade deixando um grande rastro como se estivesse havendo uma destruição da humanidade e se tornado mais ainda incombatível.

Mas, outra situação que poucos falam e que provoca uma enorme ferida no coração, é o “distanciamento social e isolamento social”. O pior disso tudo é que a doença é assintomática, ou seja: o infectado, em determinadas situações não consegue exibir nenhum sintoma que transpareça.

Diante de uma situação, praticamente considerada calamitosa, a melhor forma de se combater o terrível vírus e reduzir o risco de sua proliferação e separar as pessoas. Uma dor imensurável provocada através da “saudade”. E é basicamente a saudade que revela o grande mistério do sentimento e do amor e até mesmo o grande valor que cada pessoa sente uma pela outra.

O isolamento social só era visto, outrora, em pessoas portadoras da síndrome da depressão, que tem realmente provocado grandes estragos em boa parte da população. O primeiro e o principal sintoma da depressão é justamente o isolamento social. Uma doença grave e séria que muitos, infelizmente ainda censuram.

A tal da Pandemia vem separando famílias em todo o planeta e a dor da saudade vai além do esperado.

Você já imaginou está dentro da sua própria casa e não poder abraçar, beijar, apertar a mão de seus familiares e não poder manter relações sexuais com seu próprio conjugue? E sabe por quê? Por que a forma mais propícia da expansão do vírus é justamente o contato físico.

Em Itapetininga (estado de São Paulo-G1-SP) a saudade apertou tanto o coração de duas crianças, Thomaz e Bia, de 9 e 4 anos, que foram obrigadas a se distanciarem da bisavó dona Neusa, por causa da pandemia, que a mãe, dona Aline Góis, fez questão de levá-los para passar em frente a casa dela, do portão da residência viram a anciã e   deram um “tchauzinho”.

Segundo dona Aline, mesmo diante da saudade que estão sentindo da “bisa” Neusa, como carinhosamente é apelidada pelos bisnetos, Thomaz e Bia estão bastante orientados sobre a situação que passa o País.

Portalpatos

Por Mário Frade

 

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