Uma profunda falta de respeito, atenção e sensibilidade com seus clientes. É esse o diagnóstico que algumas pessoas vem atribuindo ao Banco Bradesco na cidade de Patos.
Por mais que a gerência tente esconder que o atendimento a clientes no momento de pandemia causado pelo novo coronavírus está dentro das normas técnicas de contenção de pessoas nas filas a situação é visivelmente preocupante.
Clientes se espremem em duas filas que são formadas a direita e a esquerda do banco que funciona no centro em busca de atendimento.
O que é pior, um sol "escaldante" e para tumultuar ainda mais o atendimento dos clientes, em qualquer operação bancária as agências estão exigindo uma senha mesmo depois da biometria. A senha pessoal foi criada no no momento da abertura da conta, porém depois da biometria não houve mais exigência na hora de qualquer operação à exceção de outras mais rigorosas. Muita gente, devido o tempo sequer lembram mais os números.
Idosos, muitos entre 70 e 80 anos de idade se misturam as pessoas que estão nas filas e por se tratar de um número excessivo de anciãos, uma fila especial é crida pela agência central por que no momento não é possível um atendimento exclusivo.
Uma viatura da PM foi solicitada pela gerência para o local para tentar conter aglomerações, mas os policiais foram empáticos e justificaram que a Polícia Militar não poderia ficar a disposição da empresa pois assim dificultaria ainda mais o atendimento a sociedade.
“E por que eles não colocam segurança particular?”, indagou um dos clientes. Outra pessoa indignada disse: “Isso é uma falta de respeito com as pessoas. Depois ficam culpando agente”.
Outros clientes ficaram revoltados, pois se dirigiram até a filial implantada pelo banco na Rua Horácio Nóbrega, perto da STtrans e foram avisados por uma funcionária que não tinha dinheiro nos caixas.
“Os caixas estão desabastecidos. Dinheiro, só no período da tarde’’, disse.
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