O delegado Adjuto Neto, titular da DHE (Delegacia de Homicídios e Entorpecentes) declarou em vídeo a imprensa patoense que não será descartada nenhuma informação a respeito do crime que vitimou Juliana Lucena, filha do comerciante “Zé do bode" morta a tiros na última quarta-feira (23) no bar de sua propriedade localizada na Rua Dezoito dos Fortes. O Bacharel disse que o Inquérito Policial instaurado também aponta indícios de uma dívida contraída supostamente pela vítima e agora prossegue com as investigações para localizar o agressor que teria atirado e ferido a mulher com dois disparos de arma de fogo no rosto, sem que a vítima tivesse nenhuma hipótese de se defender. A confusão inicialmente começou com uma discussão entre o irmão de juliana identificado como sendo Jaelson Lucena e o suspeito, por causa de um suposto trôco no valor de R$ 0,50 (cinquenta centavos) que o homem não teria aceitado um pirulito como substituto. A polícia Civil provavelmente já tem o nome da pessoa que teria efetuado os disparos contra Juliana, mas ainda não há nenhuma informação que confirme a situação. “Esse desentendimento seria só uma forma de esconder a verdadeira motivação do crime", disse. O delegado Adjuto Neto disse que, por enquanto não pode adiantar detalhes sobre o crime para não atrapalhar o andamento das investigações e pede a colaboração da população através do Disque Denúncia no 197..
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