02/09/2025
Vitor Júnior acusado da morte de Thiago Renovato assinado em 2022 é condenado a 15 anos de prisão Vitor Júnior acusado da morte de Thiago Renovato assinado em 2022 é condenado a 15 anos de prisão
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O suspeito, que é réu confesso, conhecido por "Vitor Cabeção" foi condenado  por homicídio qualificado. Ocorre "quando o assassinato é cometido com determinadas circunstâncias que tornam a conduta do agente ainda mais agravante". 

Réu confesso, Victor Júnior, de 23 anos, conhecido como “Victor Cabeção”, foi condenado pelo Júri popular a 15 anos de reclusão por homicídio qualificado pela morte de Thiago Renovato de Carvalho (foto abaixo), assassinado em março de 2022, no bairro Jatobá. O julgamento do Tribunal do Júri da Comarca de Patos foi realizado nesta segunda-feira (1º), no Fórum Miguel Sátyro.

De acordo com os autos do processo, no dia 9 de março daquele ano, por volta das 20h, a vítima estava na “Peixada do Donato”, na Rua Manoel Mota, quando foi surpreendida por dois homens.

Segundo a denúncia, Victor teria chegado a pé, enquanto outro suspeito se aproximou em uma bicicleta e efetuou vários disparos de arma de fogo. Thiago não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Após o crime, os acusados fugiram. Consta nos autos que a vítima trabalhava como vigilante na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus de Patos, e teria sido executada sob a suspeita de repassar informações à polícia sobre a atuação na venda de drogas a estudantes.

Embora o condenado não estivesse preso preventivamente neste processo, o Ministério Público requereu a execução provisória da pena, o que foi deferido pela magistrada.

A decisão teve como fundamento entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a possibilidade de cumprimento imediato da pena após a decisão do Tribunal do Júri.

No entanto, foi afastada a qualificadora por motivo torpe.

Já o outro suspeito de participação no crime foi impronunciado, ou seja, não havia provas suficientes para leva-lo a julgamento perante o Tribunal do Júri.

A Defensoria Pública, por sua vez, recorreu em plenário contra a pena.

Portalpatos

Com Pablo Rhuan

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