O município de Cabedelo terá um vice empossado e um prefeito diplomado na próxima segunda-feira (25) por decisão da Justiça Eleitoral que manteve a diplomação de Edvaldo Neto, afastado do cargo dois dias após ser eleito devido a Operação Cítrico. Quem tomará posse será seu vice Evilásio Cavalcanti. Em uma cerimônia marcada para às 17h, no Teatro Santa Catarina. O ato será conduzido pela juíza da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle Carneiro Rodrigues.
O município de Cabedelo terá um vice empossado e um prefeito diplomado na próxima segunda-feira (25) por decisão da Justiça Eleitoral que manteve a diplomação de Edvaldo Neto, afastado do cargo dois dias após ser eleito devido a Operação Cítrico. Quem tomará posse será seu vice Evilásio Cavalcanti. Conforme obtido pelo ClickPB, em uma cerimônia marcada para às 17h, no Teatro Santa Catarina. O ato será conduzido pela juíza da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle Carneiro Rodrigues.
A posse do vice-prefeito eleito, Evilásio Cavalcanti (Avante) foi marcada pela Câmara Municipal de Cabedelo e será realizada às 17h, após a diplomação da chapa eleita pela Justiça Eleitoral. O então gestor afastado, Edvaldo Neto (Avante), está impedido de assumir o cargo por medida cautelar determinada no âmbito da Operação Cítrico, por supostas ligações com facção criminosa. Desde então, a administração está sob o comando do prefeito interino José Pereira (Avante).
Ao longo da última década, Cabedelo acumulou cinco prefeitos afastados ou presos por irregularidades. Evilásio se tornará o quarto nome a chefiar o Executivo municipal desde as eleições de 2024. As investigações contra gestores da cidade portuária se intensificaram em 2013 com a venda do cargo de prefeito Luceninha à Leto Viana, o mesmo foi cassado e, por meio de eleições Victor Hugo assumiu, mas também foi cassado. Novas eleições em 2024 colocaram André Coutinho (Avante), cassado também, e culminando com Edvaldo como interino em 2025 e candidato na eleição suplementar que o fez ascender a prefeito, mas também foi afastado.
De acordo com a magistrada que decidiu manter a diplomação, mesmo com as suspeitas apresentadas, faltam elementos probatórios suficientes para adoção de medidas mais severas. A resposta veio em análise da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) apresentada pela defesa do deputado estadual Wallber Virgolino (PL), segundo lugar eleição suplementar.
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Fonte: ClickPB
Por: Por Emmanuela Leite