24/05/2026
Homem acusado de feminicídio em Patos contra farmacêutica é transferido para presídio comum e excluído do Exército Brasileiro Homem acusado de feminicídio em Patos contra farmacêutica é transferido para presídio comum e excluído do Exército Brasileiro
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Além de ser transferido para um presídio comum o acusado foi excluído do Exército

O homem acusado de cometer um crime de feminicídio em Patos no dia  21 de fevereiro de 2025, no bairro Novo Horizonte identificado como Lúcio Ramay Oliveira Freitas, de 44 anos, acusado da morte da farmacêutica Arlanza Jéssica dos Santos Ramalho foi teoricamente excluído do Exército Brasileiro.

Lúcio Ramay encontrava-se aprisionado no 15º Batalhão de Infantaria Motorizado (15º BI Mtz), em João Pessoa-PB, por fazer parte como militar do Exército Brasileiro. Não foi divulgada sua patente.

O ex-militar é responsável pelo assassinato da farmacêutica Arlanza Jéssica dos Santos Ramalho, que tinha 34 anos, morta a facadas em 21 de fevereiro de 2025, no bairro Novo Horizonte, em Patos em um edifício onde morava.

A defesa da vítima entrou com um recurso na Justiça alegando insanidade mental para o suspeito justificado através de credenciais médicas apresentadas e que contrapuseram uma suspeita de esquizofrenia paranoide. Porém, a acusação interpelou e já entrou com rescurso contradizendo a decisão da defesa.

A decisão estabeleceu a criação de um caso de demência, com base em anotações médicas passadas que indicariam um diagnóstico de esquizofrenia paranoica.

A conclusão, no entanto, começou a ser questionada pela assistente de acusação. A proteção dos interesses da família argumenta que a questão sobre a saúde mental do réu já foi previamente avaliada pela Justiça e não deveria ser revista.

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