Segundo novos dados divulgados pelos EUA, Bolsonaro acertou ao defender a economia frente a COVID
Jair Bolsonaro (PL) voltou ao centro do debate sobre a pandemia após novos desdobramentos nos Estados Unidos envolvendo o infectologista Anthony Fauci. Segundo uma análise publicada pelo portal Política Rápida, os acontecimentos recentes reforçam os argumentos defendidos pelo ex-presidente durante a crise sanitária, especialmente em relação aos impactos econômicos das medidas restritivas adotadas em diversos países.
De acordo com o portal, a repercussão ganhou força após o depoimento de Fauci ao Senado norte-americano. Durante a audiência, o ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas invocou a Quinta Emenda da Constituição dos Estados Unidos e optou por não responder a perguntas relacionadas à origem do coronavírus e à condução da pandemia.
Ainda segundo a publicação, a divulgação dos diários pessoais de Fauci impulsionou críticas de parlamentares e opositores que questionam a condução da crise sanitária e sustentam que informações científicas teriam sido utilizadas para justificar políticas de restrição e outras medidas adotadas durante a pandemia.Na avaliação do Política Rápida, esse novo cenário fortalece a tese defendida por Bolsonaro de que os efeitos econômicos das restrições deveriam ser considerados com maior peso. Durante a pandemia, o então presidente afirmava que “o remédio não poderia ser pior do que a doença” e criticava medidas como lockdowns, argumentando que elas poderiam provocar desemprego, fechamento de empresas e aumento da pobreza.
O portal também sustenta que o posicionamento de Bolsonaro em defesa da manutenção da atividade econômica, dos empregos e dos trabalhadores informais ganha novo respaldo diante dos debates que vêm ocorrendo nos Estados Unidos sobre a condução da pandemia.
Segundo a análise publicada, os desdobramentos das investigações no país reforçam o discurso de aliados do ex-presidente de que sua postura durante a crise sanitária teria sido um acerto político e econômico.
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Fonte: MSN