27/02/2024
Sexta Turma do STJ rejeita recurso e mantém Padre Egídio preso em João Pessoa Sexta Turma do STJ rejeita recurso e mantém Padre Egídio preso em João Pessoa
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O recurso foi movido após uma outra decisão do STJ que, assinada pelo ministro Teodoro Silva, que negou o habeas corpus a Egídio de Carvalho.

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)  negou o recurso movido pela defesa do padre Egídio de Carvalho para que houvesse relaxamento na prisão do religioso, que se encontra atrás das grades desde o ano passado, em João Pessoa.

O recurso foi movido após uma outra decisão do STJ, assinada pelo ministro Teodoro Silva, que negou o habeas corpus a Egídio de Carvalho.

A reportagem apurou que a nova decisão saiu às 23h59 de ontem (26) (confira detalhes no fim da matéria).

No fim de janeiro deste ano, a defesa do pároco já havia entrado com um pedido na justiça da Paraíba para que ocorresse relaxamento da prisão, o que também foi negado pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJPB).

Egídio de Carvalho Neto, é acusado de comandar um esquema de desvios de recursos no Hospital Padre Zé, em João Pessoa.

O esquema teria o auxílio de ao menos duas outras pessoas ligadas diretamente a Egídio: a ex-diretora administrativa do Hospital Padre Zé, Janine Dantas e a ex-tesoureira da unidade de saúde, Amanda Duarte.

Padre Egídio alvo de operação

A prisão de Padre Egídio ocorreu após operação do Gaeco. Poucas semanas após as denúncias uma Força Tarefa composta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público do Estado da Paraíba (Gaeco), pela Polícia Civil da Paraíba da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, pela Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba e pela Controladoria-Geral do Estado da Paraíba, deflagraram a “Operação Indignus”.

A operação teve como objetivo apurar os fatos que indicam possíveis condutas criminosas ocorridas no âmbito do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana/ASA.

Segundo as investigações, há indícios de desvios de recursos públicos destinados a fins específicos, por meio da falsificação de documentos e pagamento de propinas a funcionários vinculados às referidas entidades.

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Fonte: ClickPB

Fonte: Por Joaquim Neto

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