Ex-chefe do Executivo está detido na sede da PF desde o final de novembro de 2025.
Dias após o incidente na cela da Superintendência da Polícia Federal, onde bateu a cabeça em meio a uma queda, Jair Bolsonaro (PL) solicitou, através de sua defesa, dois pedidos ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-presidente deseja ter acesso a uma Smart TV, e também quer receber assistência religiosa de um bispo e um pastor. As informações foram reveladas pela CNN.
Segundo a defesa, o aparelho de televisão garante ao ex-presidente “acesso a meios de comunicação, em especial à programação jornalística e informativa”, o que “representa instrumento legítimo de preservação do vínculo do custodiado com a realidade social, política e institucional do país”.
Se a petição for acatada pelo ministro Alexandre de Moraes, familiares do ex-chefe do Executivo ficariam encarregados de levar a televisão para a sede da Polícia Federal. No pedido feito, a defesa destaca que Bolsonaro não tem intuito de acessar as redes sociais com o aparelho, mas sim acompanhar canais de notícia e plataformas de streaming.
Vídeo mostrou TVEm novembro do ano passado, dias depois de Bolsonaro ter sido levado para uma cela especial da Superintendência, foi divulgado um vídeo do espaço onde o ex-presidente estava, onde era possível identificar a presença de uma televisão fixada na parede. Não se sabe se o aparelho foi removido do local. O fato é que, provavelmente, o televisor disponibilizado não possui recursos de smart.
Bolsonaro busca redução de penaA defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou autorização de Alexandre de Moraes para que o ex-presidente participe do programa de remição de pena por meio de leitura de livros. Se o pedido receber o sinal verde do STF, ele pode abater quatro dias da pena por cada obra lida e avaliada. Por ano, o antigo chefe do Executivo consegue uma redução máxima de 48 dias.
No mês passado, Moraes autorizou Paulo Sérgio Nogueira, condenado no caso de trama golpista, a trabalhar, ler e realizar cursos para a diminuição da pena de 19 anos de detenção.
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Fonte: 1 News